Chácara Nossa Senhora das Graças, Arinos/MG.
A intervenção de Maria possui uma peculiaridade, que está ligada ao seu papel único na obra da salvação. Desde o início, a Igreja tem consciência de que, embora seja um só o redentor do gênero humano, Jesus Cristo, essa redenção se operou com a colaboração direta da Virgem Santíssima. É por isso que, assim como São Paulo chama Jesus de “novo Adão” [1], a Igreja – por meio de padres como São Justino, Santo Inácio, Santo Irineu, Tertuliano etc. – nunca hesitou chamar Maria de “nova Eva”, pois, assim como um anjo visitou uma virgem, no Gênesis, para perder a humanidade, outro anjo visitou outra virgem, na plenitude dos tempos, para salvá-la.
Por isso, pode-se chamar Maria de “corredentora”. Assim como um fruto, ao mesmo tempo que vem de Deus, vem da árvore de que foi colhida, a redenção dos homens foi feita por Nosso Senhor, mas também por intervenção de Maria, que gerou a humanidade de Cristo.
É possível considerar a redenção sob dois aspectos: objetiva e subjetivamente. Objetivamente, Cristo morreu e derramou o Seu sangue por todos os homens, para que todos fossem salvos. Subjetivamente, como “o cálice da salvação humana (...), se não for bebido, não cura” [2], nem todos os homens de fato se salvam, não por um defeito do resgate operado por Jesus, mas pelo mau uso da liberdade humana. Na redenção objetivamente considerada, Maria Santíssima age como “corredentora”, pois, estando aos pés da Cruz, entrega o seu Filho pela salvação humana; e, subjetivamente falando, age como “medianeira de todas as graças”, já que, assim como gerou Cristo uma vez em seu ventre, é ela quem O gera para sempre nas almas. Como medianeira, a sua missão é justamente gerar os membros do Corpo Místico de Cristo. Na Cruz, Nosso Senhor entrega todos os cristãos à sua custódia, quando diz a São João: “Eis a tua mãe” [3].
Assim, absolutamente todas as graças que vêm aos homens passam pelas mãos de Maria. Foi o que Nossa Senhora das Graças revelou a Santa Catarina Labouré, em 27 de novembro de 1830, na França, quando, estendendo as suas mãos para baixo, fez sair raios delas, demonstrando a abundância de graças que irradia para todos os homens. Importa sublinhar que Nossa Senhora é medianeira não por necessidade, mas simplesmente por privilégio divino. Deus, onipotente, podia muito bem remir a humanidade de outro modo. No entanto, escolheu precisar do consentimento de uma mulher, a Virgem Maria.
Participante
Realizando a inscrição, você estará investindo numa intimidade com a Santíssima Virgem Maria, no título de Nossa Senhora das Graças.
Orientações:
- A idade para inscrição será de maior ou igual que 16 (dezesseis) anos.
- Será disponibilizado local para dormir.
- O participante se responsabilizará por barraca, colchões ou roupas de cama e outras.
- No valor do investimento da inscrição está incluso:
- 3 (três) refeições: 2 (dois) almoços e 1 (um) jantar.
- 4 (quatro) lanches: 2 (dois) cafés da manhã e 2 (dois) cafés da tarde.
- Iniciará no sábado, 26/11, às 07h30min e encerrará no domingo, 27/11 às 17h.
- A inscrição só será confirmada com o pagamento.
- As inscrições só ocorrerão via este site ou pelos membros da comunidade.
- Os números de vagas são limitadas.
- Local do evento: Localização.
Para mais informações:
- (38) 99899-3231 - Jéssica Silva
- (38) 99723-0690 - Raquel Ferreira
Investimento: R$ 50,00
Terminou em 25/11/2022
Maria de Sousa Castro
Leandes Lopes
Organizado por
Comunidade Filhos de São Miguel